Zé Raimundo cobra serviços de oncologia, abastecimento de água e segurança ao Governador Paulo Câmara

Vereador Zé Raimundo (PTB). Foto: Arquivo/Robério Sá.

O vereador Zé Raimundo (PTC) foi o grande destaque da primeira sessão ordinária de 2018 da Câmara de Vereadores de Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco, ocorrida na última segunda-feira (05).

O parlamentar voltou a cobrar do Governador Paulo Câmara (PSB) celeridade na liberação do serviço de oncologia que, caso tivesse sido autorizado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), estaria funcionando na modalidade de convênio no Hospital São Francisco.

“Nós esperamos do Governo do Estado uma resposta definitiva no que diz respeito ao Centro de Oncologia, pois estamos há mais de seis meses esperando e com várias reuniões no legislativo, principalmente, com os pontos colocados pela Anvisa resolvidos. Infelizmente, não sai a autorização […] estamos com tudo pronto, mas as coisas não acontecem”, declarou o vereador da situação.

Zé Raimundo, ainda, questionou a falta de investimentos do Estado para minimizar ou solucionar os problemas da crise hídrica que assola a população serra-talhadense. Ele, também, afirmou que os cidadãos continuam pagando as contas emitidas pela Compesa sem receber água em suas residências.

“Trago a preocupação sobre o que está acontecendo com nossos mananciais. Os cidadãos estão pagando sua fatura de água, no entanto, estão ficando vários dias sem abastecimento e,mesmo assim, continuam pagando a conta […] qual foi o investimento do Governo do Estado para que a Compesa, de forma efetiva, resolvesse ou minimizasse o problema da água em Serra Talhada e no nosso Pajeú? Se não fosse Adutora do São Francisco, que vem para o Pajeú, todos nós estaríamos sem água”, disparou.

Ainda, o recorde de homicídios batidos na gestão de Paulo Câmara voltou a substanciar o discurso do parlamentar, que no ano passado criticou a falta de segurança no estado. “E que (o Governador) tivesse a preocupação para que o ano de 2018 não fosse marcado em Pernambuco, a nível nacional, como o estado mais violento da nação”, concluiu.

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