Ex-ministro de Minas e Energia, Fernando Filho, tira nome da reta após greve dos caminhoneiros

Fernando Filho e Michel Temer. Foto: Reprodução.

Em Brasília, o nome do ex-ministro de minas e energia, Fernando Coelho Filho (DEM), não é esquecido desde o início da greve dos caminhoneiros e o desabastecimento do combustível e do gás de cozinha, após sua passagem pelo Governo Federal.

Durante a gestão à frente do Ministério de Minas e Energia, o seu maior calo foi o aumento dos preços nos derivados de Petróleo. Antes da sua recente saída da pasta para disputar a reeleição de deputado federal, a crise e a greve dos caminhoneiros já eram anunciadas e alardeadas, por causa da flutuação diária e semanal dos preços dos produtos do setor energético brasileiro.

Numa confraternização, em dezembro do ano passado, Fernando Filho, prometeu que o ano eleitoral seria melhor, no entanto, a crise do setor energético eclodiu e com mais força, deixando rastro de prejuízo de R$ 570 milhões para o Vale do São Francisco (em apenas oito dias de paralisação) – maior exportador de frutas do país – no seu reduto eleitoral.

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Naquela ocasião, Coelho Filho foi questionado sobre a flutuação dos preços do setor energético, e respondeu: “A população comprou mais e se endividou mais e os aumentos estão relacionados a crise e os combustíveis realmente subiram em alguns lugares. Sobre o gás, nos três primeiros meses de 2018, teremos uma boa notícia para a população de baixa renda”, disse.

TIROU DA RETA

Após esbanjar autoridade a frente do Ministério de Minas e Energia, agora com a crise verdadeiramente instaurada e eclodida, Fernando Filho não fez sequer um pronunciamento sobre o grave momento que vive o setor energético.

Talvez, por que ache que o problema não é de sua alçada, já que deixou a pasta e precisa se preocupar com sua reeleição de deputado federal, por outro lado, o que está acontecendo no país recai sobre sua passagem pelo Ministério de Minas e Energia, pois a crise veio por medidas que não foram tomadas durante sua gestão.

Os brasileiros e os pernambucanos se lembram dos discursos cheios de conhecimento científico e de força política que a “privatização” resolveria as grandes questões do Brasil. A verdade é que a Petrobras e dadas as condições da economia doméstica e internacional – que é responsável pela flutuação dos preços dos derivados de petróleo – é uma empresa privatizada, onde o Estado apenas é majoritário nas ações, o restante é capital e investimento estrangeiro.

O eleitor brasileiro e pernambucano aguarda pelo menos um pronunciamento do ex-ministro, Fernando Filho, pois um verdadeiro filho deste país não foge da luta, mas fica de frente com o problema.

Com a palavra Fernando Filho!

Ministro Fernando Filho “não consegue barrar” aumentos sucessivos nos preços do combustível, conta de luz e gás de cozinha

4 COMENTÁRIOS

  1. Se o governo estivesse as maravilhas ele iria fala que foi graças a participaçao dele, fernando filho nao sabe nem administra a vida dele quanto mais um ministerio poderoso como o que jogaram ele.

  2. Ele aprendeu com o pai dele a ser político profissional, ninguém pense que Fernando Bezerra Fernando filho estão preocupados com ninguém, pois quando eles ganham uma política já estão com os olhos bem grande na próxima eleição, o negócio deles é tá no poder e não preocupado com ninguém, mais todos nós brasileiros já estamos mais de que ciente, que reeleger esses lobos vestidos de cordeiro não vale mais a penas.

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